Desolada



Minha cabeça me manda escrever

Eu escrevo sem parar compulsivamente...

Meu ser que sumir.

Meus desejos precisam ser satisfeitos.

Meu corpo implora o fim da dor.

Já começo a implorar para deixar de existir

Nada que eu faça adianta mais.

Vago pelos corredores imensos quase me arrastando

Rotina diária que me enlouquece

Preciso viajar... Cantar... Dançar...

Mas acho que nunca mais vou conseguir

Os dias passam e eu nem consigo “durmir”...

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